O Aeroporto

    O Aeroporto de Londrina é um aeroporto que teve suas origens na época do pós-guerra. A base do terminal atual foi construído na década de 50, durante o auge do café na região. Nessa época, o aeroporto chegou a ser o terceiro mais movimentado do país, contudo, hoje ele se encontra entre os 30 mais movimentados do Brasil.

    Aeroporto ideal para as operações regionais, ele se encontra a menos de 5km do centro da cidade, oferecendo uma boa infraestrutura para a operação de aeronaves de médio porte como Boeings 737 e Fokker 100s.

    A Infraero administra o aeroporto desde 1980, tendo feito inúmeras melhorias no prédio, sendo a última "grande" obra o recapeamento da pista de pouso em 1995. O atual prédio possui dois pavimentos, sendo o segundo reduzido. São 6 posições de balcões de check-in, mas foram reduzidas para 5 devido às reformas atuais. O pátio contava com 4 posições para aeronaves de médio porte e, após a reorganização das posições - quando foi implantado o push-back tratorizado, ele abriga agora até 5 aeronaves de médio porte simultaneamente além de outras 2 áreas para a aviação de pequeno porte.

    Atualmente, o terminal de passageiros está sob ampliação, com a qual passará de 1,9 mil metros quadrados para 5,55 mil metros quadrados. Na primeira etapa das obras, o estacionamento já foi concluído (em 97) assim como as reformas no pátio (2000/2001)e reordenação das posições de estacionamento das aeronaves (2000). O balizamento das pistas também foi revisto assim como todo o sistema viário que liga terminal de passageiros à Av. Santos Dumont, principal via de acesso do aeroporto ao centro da cidade. A nova torre de controle já foi construída e implicará na demolição da antiga. As obras do setor de desembarque se encontram em estágio bem adiantado, sendo o primeiro setor a entrar em operação, embora conte com a mesma esteira de restituição de bagagens que existia na antiga sala. As estruturas de concreto das novas torres de iluminação do pátio de manobras e estacionamento também já estão concluídas. Segundo o projeto de ampliação, a última etapa consiste em obras na pista de pouso e decolagens que tem 2.100m e será ampliada para 2.400m na cabeceira 31, mas para isso, será necessário realocar o VOR, que se encontra justamente nas proximidades daquela cabeceira. Todas essas obras estão sendo realizadas com recursos da Infraero (Gov. Federal) e da prefeitura do município.

    Na verdade a ampliação da pista é uma obra cuja concretização equivale-se a uma "quitação de dívida" que a administração municipal possui com o aeroporto, pois ela, ao longo dos anos, autorizou a construção de edifícios na rampa de aproximação da cabeceira 13, o que resultou na inutilização para pousos dos 300m iniciais desta cabeceira. A cabeceira 13 favorece os pousos das aeronaves procedentes do setor oeste/norte da cidade, principalmente os vôos oriundos de Campo Grande, Maringá e Presidente Prudente. Já a cabeceira 31 favorece os pousos das aeronaves vindas do setor leste/sul, como os procedentes de Curitiba, São Paulo e Porto Alegre.

    Antes da apresentação do projeto final do novo terminal de passageiros, foram apresentados esboços do futuro prédio com dois fingers, num estilo próximo ao terminal do Afonso Pena, em São José dos Pinhais. Contudo, na apresentação final do projeto, em maio de 99, ficou visível que o prédio não teria fingers (as famosas pontes de embarque) mas teria um design arquitetônico arrojado, com várias estruturas metálicas pesadas e vidro. As obras tiveram início no segundo semestre de 2000 e a previsão de conclusão do terminal é para 2002 e só então serão vistas as obras previstas para a pista. Foi solicitada verba adicional para a continuação da reforma do terminal devido aos atrasos nas obras causados pelas chuvas do segundo semestre de 2001. Dessa forma, a previsão de conclusão da reforma do prédio passa para o segundo semestre de 2002.

    Algumas imagens:

Perspectiva ilustrativa do novo terminal Vista interna do terminal Nova Torre
Perspectiva do novo terminal de passageiros

fonte: Divulgação/Folha de Londrina - maio/99
Vista interna do terminal de passageiros

arquivo: Marcelo Kawano

Nova torre de controle e instalações da Infraero

arquivo: Marcelo Kawano


DADOS TÉCNICOS

Aeroporto de Londrina

2ª Categoria


    Taxa de embarque: R$ 7,20
    Código IATA: LDB        Código ICAO: SBLO
    Posição: S23º19'8"  W051º08'2"
    Elevação: 1.867 ft
    Operação: 24h
    Pista: 13/31 
        extensão: 2.100m, 1.800m para pouso na pista 13
        largura: 45m
        elevação: 13: 1864 ft    31: 1809 ft
        PCN asfáltico: 43/F/B/X/TL14
        VASI na 13 e na 31.
        Taxiways: A, B, C, D e E
    Instrumentos:
        NDB: Londrina - 365 
        VOR: 112,4 Mhz
    Comunicação:
        Torre/Solo: 118,40 Mhz
        Controle Londrina: 129,70 Mhz
    Nível de transição: FL045
    Procedimentos de pouso mais comuns*:
        13: E1
        31: D4
    * - caráter exclusivamente informativo e sem validade oficial alguma. Sujeito a modificações por parte da DEPV e outras autoridades competentes.
    
Distribuidoras de combustível: Petrobrás e Shell
    Telefones: Infraero: (43) 325-8464 Fax: (43)337-1277
                Sala AIS: (43) 325-8671, SAC: (43) 325-8159

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Atualizado em 05/05/2002
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